Dislexia não é preguiça, nem falta de atenção. Ela é um transtorno específico de aprendizagem, de base neurobiológica.
Crianças com dislexia pensam, compreendem e aprendem, mas têm dificuldade principalmente em:
decodificar palavras;
reconhecer sons da fala (consciência fonológica);
automatizar a leitura e a escrita.
O que realmente ajuda o aluno com dislexia na escola:
Ensino explícito e sistemático da leitura;
Métodos que trabalham consciência fonológica, correspondência som–letra e repetição estruturada;
Mais tempo para atividades e avaliações;
Velocidade não mede inteligência;
Avaliações adaptadas;
Menos cópia, mais leitura assistida, provas orais quando possível;
Uso de recursos visuais e multissensoriais;
Cores, esquemas, leitura em voz alta, apoio auditivo;
Feedback positivo e constante.
A autoestima acadêmica do aluno com dislexia costuma ser profundamente afetada.
O que NÃO ajuda:
– pressionar para “ler mais rápido”;
– comparar com colegas;
– interpretar a dificuldade como desinteresse.

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